Depois disso só me fez ter a certeza de que tenho a paciência de um monge tibetano.
aaaaauuuummmmm (concentra)
Agora sou artista povo, até o bombonzeiro “sabe” da minha vida.
EXTRA EXTRA!! Louise Fagury envolvida em mais uma trama!
isso já até novela…¬¬”
2 anos aguentando inerguminos fofocando da minha vida, a maior parte mentira, e me ofendendo de sabe lá Deus mais o que.
e 2 anos aguentando, e não fazendo nada… não por “ter sangue da barata”, mas pra evitar mais confusão e estress.
Porém o pavio (que apesar do meu tamanho, ele pe graaaande XD~) acabou.
E não to mais afim de aturar sowzinho de moleque que não olha pro próprio rabo, que pensa que é perfeito, e tem o pior defeito de todos, a falsidade.
- Ei…psiu…você ai! – uma voz chama
- Quem ta falando? – olha para os lados procurando alguem
- Sou eu sua lesa! – de novo a voz
- Eu quem? ¬¬ – Pára e cruza os braços
- A sua consciência! – Voz angelical
- Como é que é? – Levanta uma sombrancelha
- Isso mesmo! Agora cala a boca e me escuta! – Voz firme
- Ihhh o cara ae…¬¬ – olha de canto de olho
- Tô querendo levar um lero contigo a um tempo. – “senta que lá vem a história”
- Então fale…- Senta e cruza os braços.
- bem…é que…tipo… – com pequenas pausas entre as palavras
- Fala logo ¬¬ – bate o pé no chão
- Espera! é algo dificil de falar… – fala
- Não tenho o dia todo porcaria… – perdendo a paciência
- Calma mulher!
- Omae wa Bakatare…
- NANIIII?
- BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!BAKA!
- Ahouuuuuuuuuuuuuu!!!
- ¬¬ Okama ¬¬
- Omae ¬¬
As duas começam uma briga verbal japonesa, até que passa para porrada física.
“SOC! POW! SCRACH! BOOM! TOIN! PEI!”
- Ok, Ok!! Pira Paz – a consciência fala ofegante.
- Rá!! Não quer lutar!! Fracote!!
- Não tem nada haver com força ¬¬..
- Lero lero!! LOSERRRRRRRRRR – Manda língua
- Ta dificil ter uma conversa civilizada… – Fala com tom chateado
- Tu é fresca? – diz
- É…sou você – diz e vai embora.
Quem nunca brincou com esses testes na internet?
Você não tem nada pra fazer da vida, está entediado, começa a vasculhar a rede mundial de computadores, e se “embrenha” por todo tipo de campo…e eis que encontra, ele, O teste.
A priore fica desconfiado, e com aquele pensamento: “eu vou lá fazer teste idiota? isso é coisa de baitola!”
mas não adianta! não negue a força, ela é mais forte que você! e por mais que queira desfarsar, você sabe, que lá no fundo, você quer fazer o tal teste.
Você não sabe muito bem o por que de querer fazer o teste. Simplesmente começa a responder as perguntas mais cretinas que pode imaginar, muitas vezes não tendo a menor ligação com o resultado.
Talvez você queira saber se você é mesmo aquilo, talvez você ache realmente aquilo interessante, talvez você queira saber qual resultado idiota saíra, de acordo com as respostas mais idiotas que podes marcar, ou, talvez por que você realmente não tem mais nada de útil a fazer.
Depende de cada pessoa, situação e personalidade.
Mas não vou falar sobre isto. Não sou psicológa e nem quero ser.
Voltemos aos testes…
Já vi testes de tudo quanto é tipo, desde os tipos: Que pokemon você é? qual artista voce combina mais? Que filme de ação voce se parece?
Até os do tipo: Que posição sexual voce é? Como voce é na cama? Que brincadeira sacana despertam o seu tesão?
Enfim…
Por mais idiota e sem nexo sejam esses testes. Por mais que sejam sem lógica ou sem razão…
Então: Por que fazemos testes?
Simples!
Por isso mesmo! Por que eles não tem lógica alguma! Não tem função! Não tem utilidade alguma e não mudaram em nada, as nossas vidas!
Eles não tem função na sociedade! Não mudam o mundo! não fazem nada!
Além de ser uma forma de passar o tempo e preencher uma mente ociósa.
E como diz o ditado: “Mente vazia: Oficina do Diabo”
Deixo registrada a minha tristeza, com a irreparável perda de Izumi Sakai (Sachiko Kamachi), vocalista da banda Zard.
Vá com Deus Izumi
( 6 de fevereiro de 1967 – 27 de maio de 2007 )
Goodbye My Loneliness – Zard
“Parece que voce vai espiar o fundo do meu coracao.
Desvio o olhar,mas sinto que vai descobrir.
Gotas de chuva na cidade esfumacada
Vacilava..
Porque tinha medo de ficar sozinha novamente
Adeus minha solidao
Quero me atirar
silenciosamente em seu peito
com ternura…..
Por isso,agora quero que fique comigo
Me abrace,antes que o sonho se apague.
Deixe a cargo da estacao do ano
O destino da paixao
Como sempre,chove e nao e possivel ver o futuro
Gotas de lagrimas da cidade embacada
Fico timida
Quero que aqueca as lembrancas
Que se despertam…….
Adeus minha solidao
Mesmo acreditando,se nos nos distanciarmos
Se transformarao numa lembranca
Por isso,agora quero que fique comigo
Me abrace,me faca esquecer tudo
Adeus minha solidao
Mesmo acreditando,se nos nos distanciarmos
Com certeza nos transformaremos numa lembrança
Por isso,nao quero que va
Me abrace,antes que o sonho
Se apague do meu coracao.”
O Koto é um instrumento musical de cordas dedilhadas, composto de uma caixa de ressonância com diversas cordas, semelhante a uma grande cítara. Atualmente é o mais popular dentre os instrumentos musicais tradicionais japoneses.
Durante séculos a música de koto foi cultivada pela nobreza. No século XVII, Yatsuhashi Kengyo fundou um estilo independente, o Yatsuhashi Ryu. Em 1664, foi impresso um livro escrito por Sosan Nakamura, Shichiku Shoshin Shu, onde constam as partituras das principais músicas de Yatsuhashi Kengyo, Rokudan no Shirabe, Hachidan no Shirabe e Midare, executadas até hoje. Yatsuhashi criou as afinações consideradas as mais tradicionais para o koto, o Hira e o Kumoi. Neste século ainda houve a popularização do instrumento como acompanhamento de dança e como conjunto formado juntamente com Shakuhachi e Sangen.
No início deste século houve a popularização do koto principalmente pelas mãos de Michio Miyagi. Apesar de pertencer à escola Ikuta, Miyagui praticamente formou a sua escola, introduzindo elementos ocidentais na composição de músicas japonesas.
O koto moderno tem treze cordas que podem ser de seda ou nylon. As cordas são afinadas através de trastes móveis, que permitem a mudança de afinação durante a execução da música. O corpo é formado por duas pranchas de Kiri, com aproximadamente 180 centímetros, formando uma caixa de ressonância. Existem variações no instrumento como o koto de dezessete cordas, inventado por Michio Miyagi, que faz o baixo das músicas, e outros modelos com vinte e uma e com oitenta cordas.
Realmente bateu aquela saudade de ir todas as segundas-feiras, 8h00 da manhã, à associação, tocar Koto. Foram segundas muito proveitosas com esse instrumento incrível.
Sinto falta da calmaria e sensação de paz que ele proporcionava.
“Ouviram do Ipiranga barra funda!
Dom. Pedro escorregou,
molhou a bunda!
Por isso que o Brasil não vai pra frente,
cortaram o ‘pingulim’ do presidente!”
Não sei se vocês perceberam, mas não teve festa para os 507 anos de nosso país.
Será que é por que ele vem se comportando mal? Não fez a lição de casa? ou Não comeu toda a verdura do prato?
O fato é que eu não vi nenhuma forma de comemoração por mais um ano de “vida” de nossa pátria amada. Só mais um domingo tedioso se passou pela janela.
Mesmo assim, eu canto “Parabéns pra voce, nessa data querida…”
Eu amo meu país, por isso que vou embora pro Japão XD~
Depois de revirar velhas lembranças do fotolog.com, encontrei essa música.
Conheci graças a um cd que meu tio havia emprestado, pra minha mãe copiar, mas como sempre, eu fiquei com a tarefa…e essa foi uma musica que me chamou atenção. ^^
» Urubu, Mestre do Vôo – Simone Almeida «
“Perdoa a mão que te apedreja
Perdoa quem não te perdoa
Perdoa a pedra que te alveja
Perdoa o preconceito e voa
Quem come o podre que ele deixa
Não pode ser inútil à toa
Gari de terno preto e asas
Perdoa o preconceito e voa
Mestre do vôo, divino réu
Anjo de cor, gari do céu
No imenso azul e branco véu
Cumpre, urubu, o teu papel
Perdoa a voz que te pragueja
Quem simplesmente te caçoa
Perdoa o chute que te aleija
Perdoa a estupidez e voa
Para que todo homem veja
Qua o teu agouro é coisa boa
Que todo azar é uma trapaça
Do próprio ego das pessoas
Gari de terno preto e asas
Perdoa a estupidez e voa”